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Menos pessoas afectadas no Bengo

Edson Fontes | Caxito

Os casos de doença do sono (tripanossomíase) estão a diminuir na província do Bengo, como resultado do trabalho de prospecção desenvolvido pelos técnicos de saúde nas comunidades, revelou ao Jornal de Angola, o responsável local do Instituto de Combate e Controlo da Tripanossomíase.

António Moio indicou que no ano passado foram registados 15 casos da doença do sono, menos cinco em relação ao ano anterior.
Acrescentou que foram examinadas neste período 15.760 pessoas, nos diferentes municípios do Bengo. Mais de 4.­593 armadilhas foram registadas nas localidades de Quibaxe, Cazuangongo (Pango Aluquém), Mabubas, Quicabo (Dande), Onzo, Quicunzo (Nambuangongo) e Tabi (Ambriz) o que permitiu a captura de 334.943 moscas tsé-tsé.
O responsável do Instituto de Combate e Controlo da Tripanossomíase explicou que conta com duas equipas e três activistas em todas as comunas para a sensibilização da população sobre as formas de prevenção e o perigo da doença.
Anunciou que vai ser reforçada a formação de activistas comunitários para a montagem de armadilhas e recolha da mosca tsé-tsé.
O instituto no Bengo tem um médico, 25 enfermeiros e nove técnicos de laboratório.

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