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Mulheres instadas a cultivar uma boa convivência no lar

As mulheres da província do Cunene estão decididas a promover o espírito do respeito, amor e a fraternidade nos lares, para uma harmonia familiar, disse no sábado a directora provincial da Família e Promoção da Mulher.

Mulheres da província chamadas a assumir um papel mais activo na moralização da sociedade
Fotografia: Benjamim Cândido | Edições Novembro

Rosa Gaudêncio Bernardo, que falava durante uma palestra sobre “o papel da mulher para a construção de famílias coesas”, referiu que as mulheres devem adoptar uma postura harmonizadora, a fim de promover a paz e a alegria no meio familiar.
A directora provincial esclareceu que a mulher deve lutar para o desenvolvimento e manutenção da paz, para uma convivência harmoniosa e rejeitar todos os preconceitos para manter a harmonia familiar, condição inequívoca para a estabilidade da sociedade.
As mulheres devem reflectir sobre o seu papel na sociedade, sublinhou, contribuindo desta forma para a recuperação dos valores morais e cívicos, bem como assumir um papel mais activo na moralização da sociedade, transmitindo às novas gerações os ensinamentos da vida.
“É necessário redobrar esforços para desempenhar a função historicamente reservada à mulher, para a imposição da cultura da paz, de valores morais e cívicos, cidadania e valorização da família, empenhando-se cada vez mais no processo de uma cidadania activa baseada na igualdade de género”, enfatizou.
A directora provincial sustentou que a discriminação da mulher faz parte do passado, referindo que os desafios inerentes à sua condição têm sido alcançados em vários domínios da vida. Daí a necessidade de as mulheres se libertarem do analfabetismo, prosseguiu, primando cada vez mais por acções construtivas para vencer a pobreza e tomar parte na diversificação da economia do país.
Rosa Gaudêncio Bernardo apelou a todas as mulheres a combater qualquer tipo de violência doméstica e outros males que enfermam em grande medida as famílias angolanas. Enquadrada na jornada Março Mulher, a palestra teve como objectivo reflectir sobre a situação das famílias angolanas.

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