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Pango-Aluquém sem água potável

Pedro Bica | Pango-Aluquém

O sector das Águas no município do Pango-Aluquém reclama por um sistema de captação, tratamento e distribuição.

O sector das Águas no município do Pango-Aluquém reclama por um sistema de captação, tratamento e distribuição.
Actualmente, a população é obrigada a consumir água não tratada proveniente de furos.Segundo apurou a reportagem do Jornal de Angola, a falta de água potável tem causado sérios problemas à saúde pública dos munícipes, que se debatem com doenças diarreicas agudas, sarnas e infecções urinárias.
Para ultrapassar esta situação, está em estudo um programa no domínio da saúde pública, que vai promover campanhas de sensibilização porta a porta e palestras nos locais de trabalho e escolas do município.
Na  Saúde, está já concluído, apetrechado e em pleno funcionamento o hospital municipal, com os serviços de pediatria, ginecologia, análises clínicas e farmácia.
As grandes dificuldades residem na falta de médicos e enfermeiros para atender a população que procura assistência médica, assim como de residências para acomodar os funcionários.
O hospital tem ainda uma maternidade, área administrativa e sala de internamento com uma capacidade para 50 pacientes.
O sector da saúde dispõe também de um hospital regional, devidamente apetrechado e equipado, na região dos Dembos-Kibaxe e que cobre todo o município. A tuberculose, tripanossomíase e malária são as doenças mais frequentes em Pango-Aluquém.

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