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Riscos do cancro da mama e do útero em debate no Bengo

Edson Fontes | Ambriz

As mulheres do Loge Grande, município do Ambriz, na província do Bengo, preocupadas com aumento de casos de cancro da mama e do útero, falaram ontem sobre os sinais da doença, que pode surgir tanto na mulher como no homem e se descoberto precocemente aumenta as possibilidades de cura.

A presidente da Associação da Ordem dos Enfermeiros no Bengo, Guilhermina Guilherme, considerou importante o encontro com as mulheres daquela comunidade, que passam a ter mais conhecimentos sobre os riscos da doença.
Guilhermina Guilherme disse que durante o encontro se falou sobre as formas de prevenção e tratamento da doença, uma vez que os sintomas iniciais do câncer da mama estão relacionados com alterações visíveis, como diferenças na forma ou na sensibilidade. Aconselhou a mulheres a aderirem às consultas de rastreio do cancro da mama, de três em três meses, para se evitar casos graves.
Durante o encontro foram debatidos temas relacionados com a participação das mulheres no processo eleitoral, paz, tolerância e harmonia social, assim como o contributo da mulher na diversificação da economia.
A directora provincial da Família e Promoção da Mulher, Isabel Pereira dos Santos, fez saber que as mulheres contribuem significativamente no progresso e inovação a todos os níveis sociais. 
A responsável deu a conhecer a todos os participantes que o Ministério da Família e Promoção da Mulher decidiu dedicar 2017 como o ano de tolerância zero, tendo em atenção o elevado número de violência do género, principalmente a violência contra as mulheres.

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