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Terrenos abandonados na Quissama

Cerca de 11 mil quilómetros quadrados de terrenos destinados a fins habitacionais, turísticos, comerciais, agrícolas e industriais, ocupados por entidades singulares e colectivas no município da Quissama, encontram-se abandonados.

Cerca de 11 mil quilómetros quadrados de terrenos destinados a fins habitacionais, turísticos, comerciais, agrícolas e industriais, ocupados por entidades singulares e colectivas no município da Quissama, encontram-se abandonados.
O facto foi anunciado recentemente pelo director provincial do Urbanismo e Habitação, Correia Silva, no final da oitava reunião ordinária do governo provincial do Bengo, presidida pelo governador João Bernardo de Miranda.
O responsável explicou que esta situação está a preocupar as autoridades locais, que preconizam a necessidade de serem desenvolvidas acções nos mais variados domínios da vida socioeconómica.
Frisou que no município da Quissama muitos cidadãos que requereram terrenos em anos anteriores, não concluíram o processo da sua legalização. Os requerentes, disse ainda o responsável, ocuparam as terras e não estão a utilizá-las, nem para construção de moradias, empreendimentos turísticos ou comerciais, nem para fins agrícolas ou industriais.
Segundo Correia Silva, as direcções provinciais ligadas a estas áreas deveriam controlar o exercício dessas actividades, para o Estado beneficiar dos fundos resultantes dos pagamentos das taxas.
De acordo com os processos controlados, o município da Quissama tem disponíveis 42 mil metros quadrados para construção de habitações. O próximo encontro analisará a questão no município de Icolo e Bengo, seguindo o de Ambriz.
Com uma superfície de 12.997 quilómetros quadrados, o município possui 20 mil habitantes.

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