Províncias

Transgressões comerciais com tendências a baixarem

Edson Fontes | Caxito

O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC) registou uma redução das transgressões à actividade dos comerciantes no primeiro semestre deste ano, na província do Bengo, revelou ontem, em Caxito, o director Domingos Felgueiras.

No primeiro semestre deste ano foram registadas 114 acções que resultaram em apenas sete transgressões. No mesmo período do ano passado, foram registadas 52 acções que resultaram em 40 infracções à actividade comercial.
Domingos Felgueiras considera que os dados actuais demonstram que o empresariado local tem maturidade no tratamento e manuseamento dos produtos, referindo que as acções de sensibilização e informação do INADEC no Bengo têm melhorado a actividade económica e a defesa do consumidor.
Estas acções, segundo o responsável, têm alertado para o risco de aplicação de sanções administrativas aos infractores.  “Vamos continuar a trabalhar porque o que nos interessa é evitar que os comerciantes persistam em continuar a vender produtos que não estejam em condições para o consumo humano”, disse.
Domingos Felgueiras afirmou que das acções referentes ao primeiro semestre deste ano, o INADEC arrecadou cerca de 496 mil kwanzas.

Produtos apreendidos

O INADEC  apreendeu, durante o primeiro semestre deste ano, vários produtos, entre os quais medicamentos comercializados em farmácia com data de caducidade vencida.
O director do INADEC indicou que há uma redução gradual de números de infracções registadas e consequente redução da quantidade de sanções administrativas. O número de reclamações, de acordo com o responsável, está a reduzir devido também aos trabalhos de sensibilização junto das comunidades.
Nos mercados do município do Dande os produtos são vendidos em más condições de conservação. O responsável disse que a responsabilidade de regular o funcionamento do mercado é da administração municipal. Domingos Ventura Felgueiras indicou que a actuação do INADEC nestes locais é muito limitada.
O responsável disse que a instituição tem falta de meio de transporte para as actividades de fiscalização.

Tempo

Multimédia