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Benguela ganha novas infra-estruturas sociais

António Gonçalves|Benguela

A cidade de Benguela conta com novas infra-estruturas sociais e económicas, inauguradas no âmbito das comemorações do 402.º aniversário da sua fundação, assinalados na sexta-feira.

Ângulo da cidade de Benguela que assinalou mais um aniversário
Fotografia: António Gonçalves / Edições Novembro

Do leque das inaugurações destaque para uma unidade fabril de farinha de milho e outra de óleo vegetal na zona industrial-2, bem como duas escolas do I Ciclo, com sete salas de aula, nos bairros Dr. Agostinho Neto e Calossombekua, e um posto médico no bairro “11 de Novembro”.
De acordo com Manuel Catumbela, porta-voz das festas da cidade de Benguela, consta igualmente do programa das festividades a realização da Feira Internacional de Benguela, que inclui uma feira agrícola, e o festival de gastronomia “Paladares Mil”.
Manuel Catumbela refere que a décima edição do Festival “Paladares Mil” vai juntar hoteleiros das cidades de Benguela e Lobito, que vão pôr à disposição produtos da gastronomia e culinária local, na feira popular junto à praia Morena. A Feira Internacional de Benguela, que terá como palco o Estádio Nacional de Ombaka, a partir do próximo dia 29, vai durar três dias, onde serão expostos produtos, materiais e equipamentos. “É a maior feira do Sul de Angola. Este ano teremos como novidade a introdução de um leilão de venda de gado, uma actividade económica que movimenta muitos empresários”, sublinhou o porta-voz das festas da cidade de Benguela.
De acordo com o sociólogo Martinho Bangula, Benguela está bem servida em matéria de profissionais qualificados para o seu desenvolvimento. Martinho Bangula defende maior investimento, para garantir emprego aos jovens.
De referir que a imagem da cidade de Benguela continua a ser ofuscada pelo débil saneamento básico, segundo o vice-governador para o sector Técnico e Infra-estruturas, Leopoldo Muhongo.“Tudo está a ser feito para a melhoria do saneamento básico, para que não se repitam os problemas do passado”, disse Leopoldo Muhongo.

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