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Centros de artes e ofícios formam desempregados

Jesus Silva | Lobito

Os Centros de Formação Profissional de Benguela, afectos ao Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social (MAPESS), inscreveram, para o presente ano lectivo, 2.670 formandos, dos quais 2.357 são do sexo masculino.

Uma vista do Pavilhão de Artes e Ofícios
Fotografia: Jesus Silva | Lobito

Os Centros de Formação Profissional de Benguela, afectos ao Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social (MAPESS), inscreveram, para o presente ano lectivo, 2.670 formandos, dos quais 2.357 são do sexo masculino.
O director provincial do MAPESS em Benguela, Francisco Dambi, revelou, durante o acto de abertura dos cursos, que decorreu no Pavilhão de Artes e Ofícios, no Lobito, que os serviços provinciais controlam 12 unidades, entre as quais cinco pavilhões, igual número de unidades móveis e dois centros fixos, situados no Lobito. Estes empreendimentos estão vocacionados para ministrar cursos de pedreiro, canalizador, serralheiro, electricista de baixa tensão e mecânico auto. Os centros ministram ainda cursos de bate-chapas, electricidade auto, culinária, carpintaria, agricultura, informática, secretariado, electrónica, corte e costura, fabrico de calçados, cintos e bolsas.
No decurso de 2011 foram inscritos 3.169 alunos, dos quais 2.463 do sexo masculino.
De acordo com Francisco Dambi, do número referido, 2.525 concluíram a formação com êxito, sendo 558 do sexo feminino. Entre os formandos do ano transacto, 40 por cento foram inseridos no mercado de emprego, nas empresas de construção civil privadas, sedeadas em Benguela, Lobito, Balombo, Cubal e Ganda, e 20 por cento foram enquadrados nas empresas de Águas e Saneamento de Benguela, Lobito e Ganda, e no Porto Comercial do Lobito.
Criaram-se 136 microempresas, sendo 65 na área de culinária, 28 na de electricidade de baixa tensão, 15 na canalização, igual número no fabrico de cintos e calçado e 13 em carpintaria.

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