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Crise de água no município

António Gonçalves | Cubal

A sede do município do Cubal, Benguela, vive, há cerca de quatro meses, uma crise no fornecimento de água potável, devido à seca severa que afecta a região. O Jornal de Angola soube que a água deixou de jorrar nas torneiras desde que secou a lagoa que abastecia o sistema de distribuição da cidade, devido à estiagem que afecta diversas regiões do interior da província.

A sede do município do Cubal, Benguela, vive, há cerca de quatro meses, uma crise no fornecimento de água potável, devido à seca severa que afecta a região. O Jornal de Angola soube que a água deixou de jorrar nas torneiras desde que secou a lagoa que abastecia o sistema de distribuição da cidade, devido à estiagem que afecta diversas regiões do interior da província.
O director da Empresa de Águas de Benguela, Jaime Alberto, referiu que, para superar a crise, foi criado um sistema alternativo, em função da demora que se verificava na reabilitação do sistema de abastecimento que foi concebido para o município do Cubal.
“A lagoa que abastecia a cidade secou por completo e para não penalizar a população criámos um sistema alternativo, com recurso a furos de água e captação a partir do rio Cubal, que é tratada e, depois, bombeada para um reservatório de 500 metros cúbicos”, explicou.
Jaime Alberto reconheceu que, apesar do sistema alternativo, o fornecimento de água à cidade do Cubal ainda é crítico. “Avaliámos o projecto concebido, cujo concurso público ainda está em vigor e, tendo em conta que não havia perspectiva do seu arranque, encontrámos essa alternativa, que vai fornecendo água”, disse. O programa alternativo foi particularmente valorizado pelo governador.

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