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Feira aproxima empresas aos Centros de Emprego

Jesus Silva | Lobito

No salão nobre da Administração Municipal do Lobito, está a decorrer desde ontem uma feira que visa a aproximação das empresas aos centros de emprego e outras entidades sociais, que trabalham para combater o desemprego.

No salão nobre da Administração Municipal do Lobito, está a decorrer desde ontem uma feira que visa a aproximação das empresas aos centros de emprego e outras entidades sociais, que trabalham para combater o desemprego.
A Feira do Emprego decorre sob a égide da Cruz Vermelha de Angola, Cruz Roja de Espanha e o Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP) e pretende incentivar o trabalho em rede por parte dos diferentes actores da área da inserção social.
A actividade, financiada pela Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, visa a promoção de medidas para transpor a vulnerabilidade nas comunidades das províncias de Luanda, Benguela e Bié.
A directora provincial da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, Maria Francisca Gonçalves, disse que há a necessidade de estreitar as relações entre as empresas e os Centros de Emprego, de forma a possibilitar a que os jovens formados sejam inseridos no mercado de trabalho.
 “Nós controlámos na província de Benguela 71 centros de formação profissional, onde estão incluídos os Institutos Médios, Centros de Formação Profissional, Pavilhões de Artes e Ofícios, Centros de Formação Itinerantes e Móveis”, afirmou.
Sobre a formação superior da juventude, disse que é preocupação do Governo construir instituições do género em todo o país, porque, quanto mais elevada for a formação dos jovens, mais fácil é a sua inserção no mercado de emprego.
 Anxo Vila González, Delegado da Cruz Vermelha Espanhola para o Projecto de Formação e Inserção Social-Laboral no Lobito, informou que esta é uma oportunidade soberana para dar solução aos problemas de desemprego, juntar as empresas empregadoras e as entidades que trabalham com colectivos à procura de emprego.
Na feira, que tem o seu encerramento previsto para amanhã, aguardam-se soluções para pôr cobro à problemática do desemprego, que nos últimos tempos tem afectado centenas de jovens, formados e não formados, alguns dos quais sem outra alternativa senão a de se fixarem nos mercados informais, em busca de algo para a sua sobrevivência.

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