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Hospital geral de Benguela precisa de dadores de sangue

A técnica especialista em hemoterapia do Hospital Geral de Benguela, Isabel Joaquim, considerou ínfimo o número de dadores de sangue, tendo em conta o fluxo de transfusões que se realizam diariamente naquela unidade.

A técnica especialista em hemoterapia do Hospital Geral de Benguela, Isabel Joaquim, considerou ínfimo o número de dadores de sangue, tendo em conta o fluxo de transfusões que se realizam diariamente naquela unidade.
Isabel Joaquim falava à Angop no último domingo durante uma doação de sangue, realizada pela juventude da Igreja Adventista do Sétimo Dia à hemoterapia do Hospital Geral de Benguela.
A responsável informou que os 562 dadores registados não suportam a real necessidade diária daquele serviço de sangue.  
“Hoje, o número varia entre 35 e 40 pacientes a necessitarem de sangue e, normalmente, as doações feitas não satisfazem nem metade do dia e o pouco que às vezes é colhido dos familiares também não é suficiente”, afirmou Isabel Joaquim, para adinatar que o normal era haver doações diárias ou que a sociedade se mobilizasse para elevar o número de dadores.
A pediatria daquele hospital tem sido a unidade que mais tem solicitado sangue, seguida do banco de urgência da maternidade e do banco de urgência geral.  
O grupo sanguíneo mais raro é o O Negativo, que não passa de 15 doadores registados a nível do hospital e os grupos com mais facilidades são O Positivo, A e B, e raramente o grupo AB. A especialista do Hospital Geral de Benguela agradeceu o gesto da Igreja Adventista do Sétimo Dia ao ter disponibilizado 74 jovens para a doação, que vai reforçar o stock da hemoterapia local.

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