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Iluminação pública preocupa governação

António Gonçalves | Benguela

O vice-governador de Benguela para o Sector Técnico e Infra-estruturas, Leopoldo Muhongo, orientou as empresas públicas e privadas de distribuição de energia eléctrica no sentido de melhorarem o sistema de iluminação pública nas cidades do litoral da província.

Fotografia: Dominiano Fernandes| Edições Novembro

Leopoldo Muhongo, que orientou um encontro com empresas ligadas ao fornecimento de água, iluminação pública e mobilidade urbana, pediu com urgência às administrações municipais do Lobito e de Benguela para trabalharem na melhoria da iluminação pública das localidades do litoral da província. De acordo com o vice-governador, “Temos hoje energia de rede com custo baixo, precisamos melhorar a sua utilização, pois se estamos a conseguir minimamente fornecer ao domicílio, precisamos melhorar a iluminação pública”. 

Acrescentou que a orientação, que é de carácter prioritário e urgente, deve servir para reforçar o sentido de coesão e equipa, para “aí onde houver insuficiências de um possa aparecer uma outra entidade para dar cobertura, para darmos uma melhor apresentação às nossas cidades”.
Segundo o administrador municipal do Lobito, Nelson da Conceição, a resolução do problema da iluminação pública nos municípios constitui responsabilidade dos municípios, com a envolvência de empresas públicas do sector e outros parceiros privados.
O administrador garante que nesta primeira fase a in-tervenção será nas ruas Paulo Dias de Novais, Salvador Correia e na Restinga. “Não ficaremos a nível da zona baixa da cidade. Vamos aos pontos altos e o que está definido é que envidaremos todos os esforços, quer financeiros, quer materiais, para que as empresas públicas da área de energia e os parceiros privados que serão convidados ajudem, para que em pouco tempo as cidades tenham uma iluminação pública aceitável”, prometeu Nelson da Conceição.
Relativamente ao município de Benguela, a situação da iluminação pública é ainda mais preocupante, pelo facto da mesma depender de grupos geradores.
De acordo com o administrador Carlos Guardado, o estudo efectuado remete a que seja efectuada de imediato a ligação à rede pública de iluminação, tendo para o efeito sido adquirido material e postos de transformação, para num curto espaço de tempo melhorar o sistema de iluminação pública no “casco “urbano”.
A intervenção, que segundo o administrador Carlos Guardado será escalonada, começará pelas principais ruas e só depois as transversais, dando prioridade às ruas 31 de Janeiro e à Avenida Doutor António Agostinho Neto.

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