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Macacos devastam lavras em Catengue

Chimpanzés e macacos devastaram mais de 15 hectares com culturas de milho, massambala e massango na aldeia da Cambumba II, comuna de Catengue, município de Caimbambo, província de Benguela, informou o seculo da aldeia.

Macacos continuam destruir as lavras
Fotografia: Jaimagens

milho, massambala e massango na aldeia da Cambumba II, comuna de Catengue, município de Caimbambo, província de Benguela, informou o seculo da aldeia. Francisco Xavier Binji aproveitou a visita de campo do administrador municipal adjunto, Carlos Manuel, para informar sobre a situação que se vive na aldeia e solicitou o apoio das autoridades no sentido de se encontrar soluções. 
Os chimpanzés e macacos destruíram lavras, agudizando o já difícil quadro nutricional das famílias camponesas e lembrou que os tubérculos e leguminosas, como batata-doce e abóbora, não têm sido poupados por aqueles animais.
O administrador comunal de Catengue, Domingos Tchinhangalala, preocupado com a penúria alimentar, apelou aos camponeses para uma  maior  vigilância, de modo a impedir a invasão dos animais selvagens que estão a destruir as culturas de cereais e tubérculos.
Os camponeses da povoação do Câbio, comuna de Catengue, na província de Benguela, solicitaram com urgência a desminagem dos 20 hectares de terra, uma vez que muito recentemente foi descoberta uma mina num terreno concebido para actividades agrícolas.
Face à delicada situação, o chefe do posto policial de Catengue, Intendente Eleutério Catimba, assegurou que uma equipa de especialistas da empresa Hello-Trust vai deslocar-se ao local para desactivar o engenho explosivo.
/>Diversificação agrícola

O administrador municipal de Caimbambo, Jacinto Tomé Amaro, exortou os habitantes da povoação do Tchinhungo para a diversificação da produção agrícola, devido às irregularidades de chuva.
O facto foi expresso durante um encontro de auscultação mantido com a população que abordou, entre outras questões, a escassez de água potável para o consumo e a falta de segurança alimentar.
Face à irregularidade da chuva, o administrador municipal apelou às famílias camponesas do Tchinhungo para  implementarem culturas de tubérculos, sobretudo a mandioca, dada a sua resistência à seca.
Durante a visita de trabalho de dois dias, Jacinto Tomé Amaro  inteirou-se da situação sócio-económica da povoação, agravada com a destruição das culturas de cereais, referentes à primeira época agrícola.
Quanto ao não consumo de água potável, devido à inoperância de dois fontenários, o administrador municipal comprometeu-se, a curto prazo, em repor o sistema de abastecimento. A povoação do Tchinhungo conta com dez aldeias, situa-se 27 quilómetros a sudoeste da sede municipal de Caimbambo, possui um universo de 9.056 habitantes, que se dedicam à agricultura e pastorícia.

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