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Magistérios primários nas comunas de Benguela

António Gonçalves | Benguela

O Sindicato Provincial dos Trabalhadores da Educação em Benguela pode convocar uma greve, no dia 1 de Fevereiro do próximo ano, caso as autoridades abdiquem da extensão de pólos de escolas de formação de professores e magistério primário a todas as comunas da província.

O Sindicato Provincial dos Trabalhadores da Educação em Benguela pode convocar uma greve, no dia 1 de Fevereiro do próximo ano, caso as autoridades abdiquem da extensão de pólos de escolas de formação de professores e magistério primário a todas as comunas da província.
O anúncio, que foi feito quarta-feira em Benguela, pelo presidente do Sindicato Provincial dos Trabalhadores da Educação, José Laurindo, engloba 16 pontos.
José Laurindo disse que o sindicato exige ainda a extensão do Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), numa primeira fase, aos municípios do Lobito, Catumbela, Cubal e Baía Farta.
Consta igualmente das reivindicações dos trabalhadores da educação o pagamento dos subsídios, na totalidade, aos titulares de cargos de direcção e chefia, no ensino não universitário. />“As diferenças salariais resultantes da actualização de categorias a todos os docentes afectados, conforme decreto 3/08, o pagamento do prémio de ensino (colaboração docente) referente aos anos 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010 e consequentes diferenças”, fazem parte das reivindicações do Sindicato Provincial da Educação em Benguela.
O sindicato propõe ainda o pagamento na totalidade dos salários dos funcionários públicos e docentes inactivos no aplicativo remuneratório, o pagamento na totalidade e nas verdadeiras categorias a todos os agentes providos dos concursos públicos de 2008 e 2010 e consequentes diferenças.
Os docentes da educação, revelou o interlocutor, reivindicam a desburocratização no pagamento dos subsídios de morte e de sobrevivência e a inscrição total dos trabalhadores na segurança social.

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