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Mais mulheres grávidas com casos de paludismo

António Gonçalves | Benguela

A Cruz Azul, uma Organização Não-Governamental angolana de acolhimento e reabilitação de alcoólicos e drogados, sedeada na província de Benguela, está preocupada com o número elevado de casos de malária durante a gravidez.

Organização Não-Governamental chama a atenção para os riscos da doença na gravidez
Fotografia: Jornal de Angola

A Cruz Azul, uma Organização Não-Governamental angolana de acolhimento e reabilitação de alcoólicos e drogados, sedeada na província de Benguela, está preocupada com o número elevado de casos de malária durante a gravidez. Para alterar esta situação, a instituição organizou, entre 20 e 24 deste mês, no município de Caimbambo, uma acção de formação para prevenir e controlar a malária na gravidez, dirigida a profissionais da saúde.
A acção insere-se no projecto de prevenção e controlo do paludismo durante a gravidez, financiado pela petrolífera norte-americana ESSO, que conta, nesta tarefa, com a parceria do Ministério da Saúde.
A formação visou aumentar os conhecimentos e competências técnicas dos profissionais da saúde na prevenção e controlo da enfermidade a nível da comunidade, particularmente entre as crianças e mulheres grávidas.
O aumento da qualidade de prestação de serviços integrados de prevenção e controlo da malária e a assistência pré-natal nos centros de saúde constou igualmente dos objectivos

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