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Novas centralidades com mais água potável

Jesus Silva | Lobito e Maximiano Filipe | Benguela

As residências da nova centralidade do Lobito terão água potável até ao final do primeiro trimestre deste ano, disse na semana finda, ao Jornal de Angola, o presidente do Conselho de Administração da Empresa de Águas e Saneamento do Lobito (EASAL).

Munícipes do Lobito contam com mais casas
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

Henrique Calenga, que falava por ocasião do balanço do exercício económico de 2016 daquele empreendimento, sublinhou que a Centralidade do Lobito já pode ter água através do sistema actual, mas não nas quantidades pretendidas.
Debruçando-se sobre a Centralidade da Catumbela, Henrique Calenga adiantou que aí será iniciado um novo projecto, cujo prazo de conclusão das obras será de aproximadamente seis meses.
No que tange aos municípios, comunas e povoações do interior da província de Benguela, localizados na parte Norte, Bocoio e Balombo, o presidente da EASAL disse que durante o período em referência registou-se um aumento significativo da taxa de cobertura das populações servidas com água potável, graças aos projectos que estão a ser implementados pelo Ministério de Energia e Águas e pelo Governo Provincial. Henrique Calenga afirmou que naquelas localidades é tarefa da empresa gerir e manter os sistemas funcionais, garantir o abastecimento e velar pela melhoria da qualidade da água.
Henrique Calenga garantiu que está em funcionamento o sistema de emergência do Bocoio e iniciarão as obras de construção do sistema definitivo para a sede durante este ano, projecto inserido no Programa de Investimentos Públicos (PIP), bem como, em fase de conclusão, a construção do novo sistema de água para a sede do município do Balombo.

Pacientes satisfeitos com o atendimento

Mais de 500 pacientes de ambos os sexos com patologias diversas foram assistidos no banco de urgência do Hospital Geral de Benguela, durante a passagem de ano, informou ontem, em Benguela, a supervisora daquela unidade.
Teodora Cunha disse que os dados se referem ao atendimento personalizado da equipa médica em serviço durante as últimas horas que antecederam o fim de ano, ou seja, sexta, sábado e domingo, tendo o hospital registado pouca adesão, o que, segundo a responsável, demonstra que a popualção acatou os conselhos das autoridades sanitárias. A supervisora do hospital de Benguela informou que as pessoas assistidas são, na sua maioria, jovens com idades que variam entre os 20 e os 45 anos, que terão beneficiado de um atendimento humanizado no banco de urgência.
Dos casos atendidos, destacam-se com maior relevância a malária, doenças diarreicas agudas, hipertensão, acidentes cardiovasculares e doenças respiratórias agudas.
Teodora Cunha disse que, dos 47 pacientes internados, 35 foram vítimas de acidentes de viação, outros por agressão física e acidentes de trabalho. A responsável lamentou dois casos de morte, em função da chegada tardia dos doentes ao banco de urgência daquela unidade hospitalar, uma prática que classificou recorrente e reprovável.

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