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Pavilhão de artes e ofícios da Catumbela lançou quadros no mercado de trabalho

Jesus Silva | Lobito

Mais 175 jovens terminaram, na sexta-feira, no pavilhão de artes e ofícios “4 de Abril”, na Catumbela, formação nas especialidades de pedreira, canalização e electricidade, o que pode ajudar a colmatar as necessidades nas empresas locais.

Uma das finalistas do curso de canalização demonstra o que aprendeu e garante estar preparada para trabalhar nas obras em curso
Fotografia: Jesus Silva

Mais 175 jovens terminaram, na sexta-feira, no pavilhão de artes e ofícios “4 de Abril”, na Catumbela, formação nas especialidades de pedreira, canalização e electricidade, o que pode ajudar a colmatar as necessidades nas empresas locais.
Este ano, referiu o coordenador do pavilhão de artes e ofícios, inscreveram-se 585 candidatos, 230 dos quais obtiveram resultados satisfatórios que os habilitou a frequentarem a formação.
João Melanchton afirmou que houve 10 por cento de reprovações e 0,5 por cento de desistências e que o governo provincial de Benguela deve continuar a apoiar instituições do género para os jovens não caírem no alcoolismo, na prostituição, no furto e “noutras práticas nocivas à sociedade”.
“Estamos a dar o nosso contributo para erradicar a delinquência e sentimo-nos bastante regozijados quando ouvimos dizer que, nas zonas do Catoco, Alto Chimbuila, Acala, entre outras, o número de jovens que conseguem emprego é alto e que as mulheres saídas do nosso centro chefiam empresas”, disse.O formando Gonçalves Trigo, em representação dos colegas, agradeceu os esforços do governo provincial no aumento de infra-estruturas para a formação de jovens, dando-lhes a oportunidade de realizarem sonhos e mudarem de vida.
O jovem considerou “a sabedoria dos docentes do centro” um dos “alicerces fundamentais para o crescimento e desenvolvimento de de  Benguela, em particular, e de Angola, em geral”. 
O pavilhão de artes e ofícios da Catumbela, adstrito ao Instituto Nacional de Formação Profissional, já formou, desde que foi criado, há três anos, 280 canalizadores, 237 electricistas e 232 pedreiros.

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