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Revolução na área marítima

Hoje, já se pode falar de uma revolução no sector marítimo que entrou em crise há 14 anos. A primeira companhia de bandeira angolana absorvia 450 marítimos, muitos dos quais formados nas academias de Cuba, Portugal, União Soviética, Polónia e Jugoslávia.

Hoje, já se pode falar de uma revolução no sector marítimo que entrou em crise há 14 anos. A primeira companhia de bandeira angolana absorvia 450 marítimos, muitos dos quais formados nas academias de Cuba, Portugal, União Soviética, Polónia e Jugoslávia.
Internamente foram criados centros de formação para marinheiros, contramestres e ajudantes de máquinas, sendo um para a marinha do comércio, a CEFOMAR e outro para a marinha de pesca, a CEFOPESCA.
Na província do Namibe foi aberto o Instituto Médio Hélder Neto para a formação de mecânicos navais e electromecânicos para o sector pesqueiro.
Como consequência da crise, os marítimos angolanos ligados à marinha do comércio entraram também em crise. Falta de emprego, estagnação da profissão e o desaparecimento desta arte.
Os centros de formação encerram as suas portas, com excepção do Instituto Médio Hélder Neto, que também funciona com poucos alunos, devido à crise no sector da marinha do comércio e do sector pesqueiro. A escassez do pessoal do mar é quantitativa e qualitativa.

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