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Sector das águas expande serviços

Jesus Silva | Lobito

A Empresa de Águas e Saneamento do Lobito (EASL) vai estender a sua rede, através da criação de novos sistemas de distribuição, sobretudo nas zonas altas dos municípios do Lobito e Catumbela, anunciou ontem o presidente do conselho de administração.

Está também prevista a abertura de mais agências para descongestionar as existentes e permitir outros contratos de ligações domiciliares
Fotografia: Jesus Silva | Sumbe - Edições Novembro

Henrique Calenga referiu que a execução do programa faz parte das grandes estratégias da empresa que visam inverter o actual deficit de 20 por cento que se regista no fornecimento de água às populações.
Com este plano, disse o presidente do Conselho de Administração da EASL, as duas municipalidades e outras localidade de Benguela vão assistir brevemente a várias ligações domiciliárias.
Para o efeito, Henrique Calenga avançou que estão a ser implementados projectos nos sistemas do Lobito Velho, nos bairros da Bandeira e do Bar Africano, o que originaram o aumento da capacidade de distribuição com mais 400 cúbicos por hora.
Henrique Calenga disse que os projectos em curso permitiram ainda a expansão de mais 36 quilómetros de rede, perfazendo um total de 340 quilómetros de rede. Assim, cerca de 91.800 pessoas da zona alta da cidade do Lobito estão a ser beneficiadas actualmente com água em quantidade e qualidade. Dos projectos em curso, Henrique Calenga avançou a execução do novo sistema de distribuição para a zona alta do Lobito, que inclui a Centralidade local, com vista a resolver o deficit ainda existente naquela região. “Arranca, em breve, o novo projecto para levar água à nova Centralidade do Luongo, no município da Catumbela”. Henrique Calenga afirmou que, em 2016, foram feitas mais de 14 mil ligações domiciliárias, acções que estão a contribuir para a melhoria das condições sociais e qualidade de vida da população. “Entre outros projectos, a empresa pretende colocar os seus serviços mais próximos das comunidades, com a abertura de agências, para que se possam efectuar contratos de ligações domiciliárias, pagamentos e reclamações”, concluiu.

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