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Seminário sobre formação profissional avalia papel na reconstrução do país

António Gonçalves | Benguela

O papel da formação profissional na reconstrução e desenvolvimento da província constituiu tema de um seminário, realizado ontem, em Benguela, pelo Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social.

Participantes ao encontro analisaram a inserção de jovens no mercado de emprego
Fotografia: Jornal de Angola

O papel da formação profissional na reconstrução e desenvolvimento da província constituiu tema de um seminário, realizado ontem, em Benguela, pelo Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social.
A acção formativa, que contou com cerca de uma centena de participantes, avaliou o quadro da formação profissional na província e as perspectivas existentes a médio e longo prazo.
Os participantes, na sua maioria técnicos de gestão dos recursos humanos de instituições e empresas públicas, privadas e organizações não governamentais, associações empreendedoras e instituições do ensino médio, politécnico e superior, analisaram questões ligadas ao impacto da formação profissional na actividade laboral das empresas, mecanismos de informação e articulação entre centros de emprego, centros de formação profissional e empresas.
Durante os trabalhos do seminário, foram igualmente abordadas questões ligadas à utilidade da parceira público-privada no estabelecimento do sistema de emprego e formação profissional e o empreendedorismo como vector de empregabilidade.
Para o governador de Benguela em exercício, Agostinho Felizardo, o programa do governo estabelece o emprego como uma responsabilidade do Estado, uma vez que lhe cabe a tarefa de proporcionar condições e oportunidade para que os cidadãos consigam empregos para o sustento das suas vidas.
“Ao nos juntarmos nesta sessão de formação, pretendemos reflectir sobre como estamos em matéria de emprego na província, para que, dentro de pouco tempo, possamos avaliar e traçar metas futuras”, disse a propósito o governante, que definiu a desconcentração, não apenas para o sector das finanças, mas também para o funcionamento das instituições, como passo fundamental para o desenvolvimento do país face a excessiva concentração que ainda vigora.

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