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Abate de árvores toma proporções alarmantes no Bié

Delfina Victorino | Cuito

O abate indiscriminado de árvores e a caça furtiva estão a atingir proporções alarmantes na província do Bié, afirmou o responsável do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), Júlio da Costa, em declarações ao Jornal de Angola, por ocasião do Dia Internacional da Biodiversidade, assinalado na semana finda.

Júlio da Costa lamentou o comportamento negativo da sociedade em relação à natureza e citou, como consequências, as alterações climáticas decorrentes das queimadas e do corte de espécies vegetais, assim como a morte de animais pelos caçadores furtivos.
“Várias espécies de animais estão a ser destruídas devido à ignorância dos homem e as consequências podem ser maiores para a natureza”, sublinhou, solicitando a intervenção de toda a sociedade, em particular das autoridades tradicionais, na denúncia de práticas prejudiciais.
O responsável do Instituto de Desenvolvimento Florestal recordou que a espécie humana depende da existência de várias outras para a sua sobrevivência e apontou a natureza como responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas. Segundo Júlio da Costa têm sido realizadas campanhas de sensibilização para se evitar o abate de árvores.

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