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Acções de combate à sida devem ter a ajuda de todos

O secretário da Cruz Vermelha de Angola (CVA) na província do Bié, Ângelo Sassongo, sublinhou a necessidade das instituições estatais, privadas e sociedade civil no geral se envolverem seriamente nas acções destinadas a reforçar a luta contra o VIH/Sida.

Várias acções têm sido desenvolvidas para se evitar a propagação da doença na região
Fotografia: Jornal de Angola

O secretário da Cruz Vermelha de Angola (CVA) na província do Bié, Ângelo Sassongo, sublinhou a necessidade das instituições estatais, privadas e sociedade civil no geral se envolverem seriamente nas acções destinadas a reforçar a luta contra o VIH/Sida.
Ângelo Sassongo confessou à Angop a sua preocupação com a proliferação do vírus da doença e sublinhou que isso se deve à ignorância dos métodos de prevenção, essencialmente no uso de preservativo e fidelidade ao parceiro sexual.  
Por isso, considerou ser necessário que, nas escolas, a par das unidades sanitárias, os professores, esclareçam os alunos dos perigos da doença e saibam como se prevenir. Nesta luta contra a sida, a CVA trabalha em parceria com a ONG Oxfam, sector da saúde, administrações municipais e comunais, além das autoridades tradicionais.
Segundo dados do sector da Saúde, através do programa de luta contra a doença, de Janeiro a Agosto de 2012 foram notificados 254 novos casos seropositivos e 13 óbitos, nas unidades e Centros de Aconselhamento e Testagem Voluntária (CATV).
No mesmo período foram testadas 7.486 pessoas, das quais 4.733 mulheres em idade fértil (14-45 anos), segundo secretário da Cruz Vermelha de Angola no Bié.

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