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Aeroporto Joaquim Kapango apresenta muitas debilidades

Delfina Victorino | Cuito

A estrutura física do Aeroporto Joaquim Kapango, na cidade do Cuito, regista há vários anos muitas debilidades. A directora do aeroporto, Elsa Pataca Vieira, está preocupada e não esconde o desalento.

Vista aérea da capital da província do Bié
Fotografia: Paulo Mulaza |

“O aeródromo do Bié está entre os que ainda não beneficiaram dereabilitação”, disse ao Elsa Pataca Vieira Jornal de Angola, sem deixar de acrescentar que a situação actual da infra-estrutura da EmpresaNacional de Navegação Aérea (ENANA) também está longe de ser a melhor.
Elsa Pataca Vieira afirmou que a situação do Aeroporto do Cuitoé conhecida pela população da região e manifestou-se ansiosa com uma requalificação urgente do aeródromo, com vista aprestar melhores serviços deatendimento aos passageiros.
O aeródromo da capital biena apresenta fissuras nas paredes e na sua cobertura. As águas da chuva entram para o interior da sua estrutura e isso cria transtornosaos passageiros e trabalhadores.
“As salas de embarque e desembarque são as mais afectadas pelas fissuras, incluindo a parte superior da torre, que já não apresentacondições de trabalho”, disse Elsa Pataca Vieira. O aeroporto carece de serviços especializados de meteorologia, eléctricos, manutenção dos equipamentos, informação de voos, tapetes rolantes e outros. Segundo a directora do Aeroporto Joaquim Kapango, a reabilitação do aeroportonão depende da ENANA, mas sim do governo central.
A pista do Aeroporto do Cuitotem 2.700 metros decumprimento e 60de largura. Nela podem aterrar viõesde grande porte, como o Boeing 737-700. Aplaca do aeródromo suporta três aeronaves degrande porte, sem estacionamento, de acordo comElsa Vieira Pataca.
Em relação à capacidade na recepção de aviões de pequeno porte, a pistapode suportar até seis, desde que não haja outros de grande porteestacionados.

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