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Aldeias e comunas da província do Bié já contam com centros de saúde e escolas

José Chaves | Nharea

As populações das comunas de Dando e Lúbia no município de Nharea, têm novas infra-estruturas sociais inauguradas pelo governador Boavida Neto, no quadro do programa de combate à pobreza.

Expansão dos serviços da saúde e admissão de mais quadros estão a permitir baixar os índices de mortalidade nas comunidades
Fotografia: Jornal de Angola|

As populações das comunas de Dando e Lúbia no município de Nharea, têm novas infra-estruturas sociais inauguradas pelo governador Boavida Neto, no quadro do programa de combate à pobreza.
Os equipamentos sociais erguidos na comuna de Dando, a 75 quilómetros da sede municipal de Nharea, integram uma escola de seis salas, um centro de saúde com 30 camas e uma casa geminada composta por quatro quartos para professores e enfermeiros.
Foram inauguradas mais duas casas, uma para o administrador comunal e outra para o seu adjunto. A comuna do Dando está situada 75 quilómetros a Leste da sede municipal de Nharea. Tem uma extensão territorial de 3.740 quilómetros quadrados,duas ombalas e 57 aldeias. A população é de 6.785 habitantes que se dedicam à agricultura de subsistência.
 Na sede comunal da Lúbia, a 86 quilómetros de Nharea, foram igualmente inauguradas uma escola de seis salas, um centro de saúde com capacidade para internar 30 pacientes, uma residência geminada com quatro quartos para albergar funcionários públicos e duas residências uma para o administrador comunal e outra para o seu adjunto.  Em Catacala, o governador Boavida Neto inaugurou quatro casas evolutivas construídas com fundos da administração municipal, no quadro da reunificação das aldeias para dar mais dignidade às populações das zonas rurais.
Celeste Nanganjo, residente na comuna da Lúbia, enalteceu a iniciativa do governo tendo considerado que os novos equipamentos vão dar mais qualidade de vida às populações.  A administradora municipal de Nharea, Maria Lúcia Chicapa, disse que estas obras vão melhorar as condições de vida das populações das zonas rurais. As obras tiveram uma duração de seis meses e custaram aos cofres do estado 67 milhões de kwanzas.

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