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Contrução de postos médicos melhoram serviços na região

Os serviços municipalizados de Saúde no município de Nharea, província do Bié, melhoraram si­gnificativamente a qualidade sanitária das populações locais, com a construção de novas infra-estruturas sociais e aquisição de medicamentos, disse ontem à Angop o chefe de repartição municipal da saúde.

Serviços sanitários melhoram qualidade
Fotografia: Jornal de Angola

Os serviços municipalizados de Saúde no município de Nharea, província do Bié, melhoraram si­gnificativamente a qualidade sanitária das populações locais, com a construção de novas infra-estruturas sociais e aquisição de medicamentos, disse ontem à Angop o chefe de repartição municipal da saúde.
Alberto Sacondobolo adiantou que, com o programa dos serviços municipalizados gizado pelo Executivo angolano, aumentou a qualidade sanitária, mormente a assistência médica e medicamentosa prestada às populações e a expansão da rede sanitária às zonas mais longínquas daquela região.
A implementação do programa permitiu a construção de novas infra-estruturas sanitárias e de habitabilidade para o pessoal técnico junto das comunidades, a aquisição de medicamentos e de ambulâncias para facilitar o transporte de doentes.
 Na localidade foram erguidos quatro centros de saúde distribuídos por todas as comunas, além de sete postos de saúde nas áreas mais distantes da vila, como nas Embalas Jamba, Cangologolo, Camera e nas missões evangélicas de Capango e dos Irmãos de Chitau e Chiculungo.
Alberto Sacondobolo disse que, paulatinamente, a rede sanitária vai estendendo-se às comunidades que antes eram de difícil a­cesso, diminuindo as distâncias até então percorridas pelas populações em busca de assistência.
Ao fazer a comparação com os meios existentes em 2008, disse que, desde então, foram construídas cerca de cinco novas infra-estruturas médicas e estão em construção mais dois postos nas localidades de Embala Catacaia e Songue.
O chefe da repartição municipal da saúde apontou como dificuldades a falta de enfermeiros para cobrir a rede de todas as zonas. Os postos funcionam apenas com dois a três médicos, quando o normal era oito técnicos por cada posto. “ Uma situação complicada para nós”.

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