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Dificuldades financeiras atrasam abertura do pólo industrial

Afonso Bela| Cuito

O director provincial da Geologia e Minas e Indústria no Bié disse, ao Jornal de Angola, que a abertura da primeira fase do pólo industrial do Cunje está atrasada por dificuldades financeiras dos empresários.

O director provincial da Geologia e Minas e Indústria no Bié disse, ao Jornal de Angola, que a abertura da primeira fase do pólo industrial do Cunje está atrasada por dificuldades financeiras dos empresários.
Dorivaldo Elvas lembrou que para a primeira fase foram destinados 1.800 hectares para a montagem de fábricas de transformação de alumínio, descasque de arroz, trigo, chapas, refrigerantes, moagens e concentrados de tomate, mas que das 37 empresas que apresentaram projectos apenas quatro demonstraram capacidade financeira. />O facto do Bié vir a beneficiar da energia eléctrica da barragem do Gove, referiu Dorivaldo Elvas, garante o normal funcionamento do pólo-industrial do Cunje.
O governo provincial, anunciou, tem estabelecido contactos com empresários do Huambo e de Benguela, incentivando-os a investirem no pólo industrial do Cunje.
O grupo de coordenação do pólo encarregado de fazer o estudo de viabilidade do projecto, disse, está formado, pelo que apenas falta a participação de empresários.

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