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Estão a ser plantados eucaliptos

Pelo menos sete mil eucaliptos começaram a ser plantados nesta época chuvosa, na província do Bié, no quadro do programa do executivo que visa o repovoamento florestal da circunscrição, iniciado em Janeiro último, constatou a Angop.

Pelo menos sete mil eucaliptos começaram a ser plantados nesta época chuvosa, na província do Bié, no quadro do programa do executivo que visa o repovoamento florestal da circunscrição, iniciado em Janeiro último, constatou a Angop. O programa, cujo arranque dependia do início das chuvas, permitiu já a plantação, pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), de 62.750 plantas diversas, entre eucaliptos, acácias rubras, ossana e legustre, segundo uma fonte do IDF. Outros 91.125 arbustos encontram-se em alfobres.
Em 2009 foram colocadas no solo 33.897 plantas, entre, eucaliptos, acácias rubras, ossana e legunstre, das 40.998 produzidas em diversos alfobres existentes na província. O objectivo foi proteger a região de calamidades e o repovoamento florestal. A vice-governadora para a esfera social e económica na região, Ana Maria Muvuai, que testemunhou ao acto de “lançamento da campanha de plantação de árvores”, chamou a atenção dos responsáveis do IDF para a necessidade de se projectar uma actividade permanente, de forma a substituir as árvores abatidas. Disse registar-se uma subida da temperatura média em todo o mundo, como resultado da desflorestação, e que a nível da região esta é praticada diariamente por indivíduos irresponsáveis, negligentes ou com pouca informação sobre a importância da preservação do meio ambiente.Pediu por isso à população, e em especial aos membros das associações juvenis e ONG nacionais e estrangeiras sedeadas na província, para se juntar aos esforços do executivo que, através do IDF, procura manter um ambiente saudável para a humanidade. Reconheceu, por outro lado, não haver gás de cozinha para toda a população e essa ser a razão por que muitas vezes se destroem as florestas, acrescentando que o governo continua a sensibilizar a sociedade civil no sentido de repor as árvores cortadas, isto é, “corta uma e planta duas”.
“Tal gesto ajudaria a recompensar o desgaste que a natureza sofre com a acção do homem”, disse.

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