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Falta de ponte condiciona a circulação

Habitantes dos bairros Catraio, Catemo e Cambulucuto, nos arredores da cidade do Cuito, província do Bié, pedem a reposição da ponte sobre o rio Catemo, destruída há dois anos, devido às fortes chuvas que assolaram a região.

Em declarações à Angop, os munícipes manifestaram a sua insatisfação por terem de percorrer cerca de sete quilómetros para chegar ao centro da cidade para irem trabalhar ou estudar, uma vez que se a ponte for resposta este trajecto é encurtado para metade.
O munícipe Luciano Chale salientou que a travessia é feita através de uma passagem periclitante de madeiras postas há dois anos pelos próprios munícipes, acrescentando que o risco é grande, uma vez que ela fica a cerca de três metros de altura. Além disso, esta ponte de madeira já apresenta alguma degradação e as pessoas que a atravessam são corajosas, tendo em conta os riscos que correm ao fazê-lo. 
O ancião João Ndala, de 68 anos e residente há mais de 60 anos no bairro Catraio, sublinhou que, além de garantir a circulação em segurança das pessoas, a ponte também vai servir de travessia para viaturas de grande tonelagem. A  Administração Municipal informou que, recentemente, uma equipa de técnicos da Administração Municipal e das Obras Públicas e Urbanismo deslocou-se ao local para avaliar a situação.

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