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Fiscalização à exploração dos inertes

Afonso Belo | Cuito

A Direcção Provincial da Indústria, Geologia e Minas do Bié vai intensificar, em Abril, a fiscalização da exploração ilegal de inertes na província, segundo o director interino do organismo. Várias empresas clandestinas ecploram areia e burgau sem respeitarem as regras ambientais e sem licenças.

A Direcção Provincial da Indústria, Geologia e Minas do Bié vai intensificar, em Abril, a fiscalização da exploração ilegal de inertes na província, segundo o director interino do organismo. Várias empresas clandestinas ecploram areia e burgau sem respeitarem as regras ambientais e sem licenças.
Carlos Gomes referiu que nos meses de Janeiro e Fevereiro do ano em curso foram feitas acções de sensibilização e mobilização junto das empresas, no sentido de se legalizarem. Passado o período de aviso, os empresários que persistirem em trabalhar na ilegalidade vão sofrer pesadas sanções.
A direcção da Indústria, Geologia e Minas do Bié controla apenas 12 empresas que praticam a exploração, em grande escala, de inertes como brita, pedra, areia e burgau. Estas empresas estão legalizadas mas cometem atropelos no que diz respeito ao Ambiente. O problema mais grave está no elevado número de pessoas que exploram inertes sem licença nem respeito pela Lei.
Em relação aos exploradores artesanais, Carlos Gomes aconselhou os seus integrantes a criarem cooperativas ou associações, para a prática da actividade, acrescentando que “vamos passar instruções sobre como devem exercer a sua actividade, para conservar melhor os solos e evitar a criação de ravinas na região”.
Carlos Gomes advertiu que a Direcção Provincial da Indústria, Geologia e Minas vai tomar medidas duras, de forma a respeitar-se a lei vigente sobre a prática de exploração de inertes.

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