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Governador lançou a primeira pedra para a construção do Palácio da Justiça

José Chaves | Andulo

O governador da província do Bié, Álvaro Boavida Neto, lançou no município do Andulo a primeira pedra de construção do Palácio Municipal da Justiça e de uma escola do ensino de base com 12 salas de aulas.

Munícipes do Andulo vão contar com melhores serviços ligados à área judicial
Fotografia: Jornal de Angola

O governador da província do Bié, Álvaro Boavida Neto, lançou no município do Andulo a primeira pedra de construção do Palácio Municipal da Justiça e de uma escola do ensino de base com 12 salas de aulas.
Numa visita de campo realizada nos municípios do Andulo e Nharea, Boavida Neto apelou aos empreiteiros e à população em geral a envidarem esforços no sentido de fiscalizarem as obras, para uma maior durabilidade.
Na reunião do Conselho de Auscultação e Concertação Social no Andulo, Boavida Neto apelou aos membros do referido órgão para darem as melhores contribuições na execução dos programas de desenvolvimento rural e combate à fome e à pobreza, visando a melhoria da vida da população local.
Boavida Neto apelou igualmente aos membros do referido órgão a contribuírem com ideias positivas para o desenvolvimento dos programas que visam o melhoramento da vida da população.
O governador salientou que os programas que estão a ser executados pelo governo devem ser divulgados. Assim, todos devem dar o seu contributo com sugestões e interessarem-se pela maneira como os administradores municipais estão a utilizar as verbas que lhes são atribuídas.
A digressão do governador começou no município de Nharea, a 176 quilómetros a nordeste da cidade do Cuito, capital da província do Bié. Boavida Neto visitou as obras do balcão do Banco de Poupança e Crédito, Gabinete Municipal Eleitoral, Centro Integrado de Comunicação Social, Centro de Aconselhamento Familiar e os estaleiros onde estão concentrados os equipamentos que serão utilizados na melhoria das estradas secundárias e terciárias do município.

Conselho municipal da família

As famílias, as organizações da sociedade civil e as instituições do Estado especializadas devem ser mais eficazes na educação das crianças e no resgate dos valores morais e cívicos.
A constatação foi expressa há dias, no final do terceiro Conselho Municipal da Família do Andulo, província do Bié, que decorreu sob o lema “Famílias angolanas unamo-nos nos resgates dos valores morais cívicos e culturais, edificando uma sociedade mais justa”. Durante a reunião, estiveram em debates temas como “A moralização da família e da sociedade”, “A revisão do código da Família”, “A influência da globalização nos valores cívicos e culturais da angolanidade” e “O papel dos pais na orientação dos membros da família e da sociedade”.
Foi ainda abordado o processo de moralização da família e da sociedade, estratégias de combate ao alcoolismo, projecto-lei contra a violência doméstica, resgate dos valores morais, éticos e cívicos e da lei da probidade administrativa.
A administradora municipal do Andulo, Maria Chicapa, reconheceu durante o encontro a existência de um grande défice na responsabilidade das famílias no processo da educação das crianças.
O conselho municipal da família elegeu três delegados ao conselho provincial da família.

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