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Hospital provisório do Bié entra em Obras

Mário de Carvalho | Cuito

As obras para a construção do hospital geral do Bié começaram ontem, na cidade do Cuito, após o lançamento da primeira pedra, pelo ministro da Saúde, José Van-Dúnem. Enquanto decorrerem as obras, o hospital vai funcionar normalmente, prestando todos os serviços à população.

Ministro José Van-Dúnem colocou a primeira pedra para a edificação da unidade sanitária
Fotografia: Jornal de Angola

As obras para a construção do hospital geral do Bié começaram ontem, na cidade do Cuito, após o lançamento da primeira pedra, pelo ministro da Saúde, José Van-Dúnem. Enquanto decorrerem as obras, o hospital vai funcionar normalmente, prestando todos os serviços à população.
O ministro da Saúde, José Van-Dúnem, afirmou que o projecto de reabilitação do hospital do Bié já existia, mas só agora foram criadas as condições para recuperar o imóvel. “Lançamos a primeira pedra para a construção do hospital provisório e esperamos que no prazo previsto tenhamos as obras concluídas”.
José Van-Dúnem esclareceu que do concurso público feito para a execução do projecto, a questão do tempo foi uma das cláusulas prioritárias, além dos custos e da experiência da construtora.
Com a intervenção, disse, o sector vai continuar a aproximar, cada vez mais, os seus serviços às populações e criar condições para a contratação de mais profissionais. “Tivemos a oportunidade de visitar as casas para os técnicos e pensamos que são um bom atractivo para     colocar quadros qualificados na província do Bié”, salientou.
O ministro da Saúde afirmou que a questão salarial dos enfermeiros está resolvida, tendo sido aprovada e aplicada uma nova tabela. Com esta alteração ficou criado um desequilíbrio com os técnicos de diagnóstico e terapêutica, mas vamos trabalhar para restabelecer o equilíbrio entre as várias classes que integram o Serviço Nacional de Saúde.
José Van Dúnen disse que é preciso aumentar o número de profissionais no hospital provincial, com destaque para as especialidades de cirurgia. “Há um défice de anestesistas e instrumentistas, por isso vamos trabalhar com os nossos serviços de recursos humanos para ajudar a resolver este problema na província do Bié que conta já com três técnicos de anestesia”, frisou o ministro da Saúde.
O ministro da Saúde deu uma boa notícia no Cuito: “há um ano que Angola deixou de registar casos de poliomielite”.

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