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Moradores querem abertura das lojas

Delfina Victorino | Cuito

Moradores da Centralidade Horizonte, no Cuito, província do Bié, solicitam a abertura dos espaços comerciais existentes, para evitar percorrer longas distâncias.

Espaços para comercialização de produtos estão encerrados
Fotografia: Eduardo Pedro|Edições Novembro

O Jornal de Angola constatou que muitos interessados, na compra de espaços comerciais na província do Bié, lamentam o elevado preço e solicitam à empresa construtora “Kora-Angola” a redução dos mesmos.
O coordenador de marketing comercial da empresa Kora-Angola, no Bié, Crispim Costa, afirmou que estão disponíveis 133 lojas, das 138 construídas.
Crispim Costa salientou que “até agora temos 18 processos, em que se manifesta o interesse em adquirir uma loja na Centralidade do Cuito, incluindo cinco lojas que já foram pagas”, disse.
Em relação ao preço de venda das lojas, o coordenador de marketing comercial da Kora-Angola esclareceu que está no valor de 4.250.000.00 AKZ, acrescentando que o nível de adesão é muito baixo.
Para o coordenador de marketing comercial da  Kora-Angola, assim que os primeiros comerciantes começarem a abrir as portas vai haver  um aumento da procura de lojas e será o florescer dos pequenos negócios na Zona Comercial, como aconteceu na Centralidade do Lossambo, no Huambo.
O responsável sublinhou a necessidade dos interessados, no Cuito, não deixarem para o fim a intenção de compra dos referidos imóveis. Lembrou que “os interessados no Huambo também tiveram inicialmente o mesmo receio, mas depois entenderam que são efectivamente lucrativos e que perderam tempo a esperar”. As cantinas, farmácias, depósitos de pão, salão de beleza, boutiques, perfumarias, papelarias, lojas de electrodomésticos, bares, lojas de telecomunicações, lavandarias e reparações diversas têm espaço para florescer, na Centralidade Horizonte, no Cuito, sublinhou Crispim Costa.

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