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Mulheres camponesas estão mobilizadas para aumentarem o cultivo de batata rena

Delfina Vitorino | Cuito

Logo pela manhã, nas estradas e picadas do Bié são visíveis grupos de camponesas, com enxadas ao ombro e sacos nas mãos com mantimentos, a caminho das lavras ou fazendas. As mulheres procuram aumentar a produtividade para terem uma boa colheita de batata, porque querem pagar integralmente e dentro dos prazos, o crédito bancário adquirido.

Logo pela manhã, nas estradas e picadas do Bié são visíveis grupos de camponesas, com enxadas ao ombro e sacos nas mãos com mantimentos, a caminho das lavras ou fazendas. As mulheres procuram aumentar a produtividade para terem uma boa colheita de batata, porque querem pagar integralmente e dentro dos prazos, o crédito bancário adquirido.
Mulheres com os filhos às costas e jovens das zonas rurais caminham, em passo rápido, para os seus locais de cultivo. A produção de batata na província do Bié aumenta todos os anos. De acordo com o director provincial da Agricultura, o município do Chinguar é o principal produtor de batata na região centro do país.
O Chinguar recebe todos os dias comerciantes de todo o país para adquirirem batata que depois revendem nas suas zonas de origem. Cada bacia de 25 litros é comercializada ao preço de mil kuanzas. Os viajantes aproveitam a elevada qualidade e o preço baixo para se abastecerem.
Cada monte de cenouras, cebolas, pimentos, cogumelos, alhos, tangerinas, mangas, abacates, laranjas, limões ou pepinos é vendido ao preço de 100 kwanzas. O saco de carvão de 50 quilos custa 700 kwanzas. O que mais chama a atenção dos viajantes são os baixos preços.
O arroz, o feijão, o milho, a banana, a batata, produtos hortícolas e o café são os principais géneros cultivados na região e, por esse facto, a agricultura tem sido o principal sector de desenvolvimento económico e de sobrevivência das populações.

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