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Munícipes pedem a conclusão de obras

Os membros do Conselho de Auscultação e Concertação Social do Andulo,  reunidos na quarta-feira, solicitaram às autoridades governamentais a conclusão do sistema de tratamento e distribuição de água potável à população.

População do município do Andulo conta com novos sistemas de abastecimento de água
Fotografia: Dombele Bernardo | Edições Novembro

A recomendação vem expressa no comunicado final a que à Angop teve acesso, e refere que, em função de estar em curso a construção de uma nova captação e tratamento e distribuição de água potável, torna-se necessário que se imprima mais celeridade ao processo, tendo em conta as dificuldades que as populações enfrentam para a aquisição do produto, além de combater o surgimento de doenças decorrentes do consumo de água imprópria ao consumo humano. O documento recomenda igualmente a instalação e recuperação de todos os chafarizes existentes a nível da sede, por forma a abranger maior parte da comunidade residente na sede municipal.
Justificando o atraso, o administrador municipal, Moisés Américo Cachipaco, informou que tudo deveu-se ao abrandamento da economia que o país ressentiu no ano de 2016, sublinhado que, no presente ano, serão envidados esforços para a conclusão da obra.
Actualmente a distribuição à sede municipal do Andulo é feita de forma regular, através de um sistema com fraca capacidade, com a entrega de água às populações três vezes por semana. O encontro debateu, entre vários assuntos, o grau de cumprimento das actividades desenvolvidas durante o ano económico de 2016, análise da situação operativa e delituosa, papel das autoridades tradicionais e eclesiásticas na mobilização da sociedade ao registo eleitoral. A problemática do pagamento do imposto predial urbano, bem como a participação dos munícipes na diversificação da economia, também foram debatidos no certame

Distribuição de energia

A Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade - EP (ENDE) e o Governo da Província Bié continuam a trabalhar na expansão da rede de distribuição para melhorar o fornecimento às populações, mormente nos bairros periféricos.
 A ENDE disse, em comunicado, que tem vindo a observar com elevada preocupação, na província do Bié, práticas não recomendáveis por parte da população no intuito de conseguir energia eléctrica.
Sem o conhecimento e consentimento da empresa, lê-se no documento, pessoas residentes em zonas carenciadas da província do Bié  têm adquirido por conta e risco próprio material eléctrico, como postes, cabos e outros, para depois pressionarem a empresa a  proceder à ligação domiciliar.

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