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Naufrágio na travessia do rio Cuanza

A Polícia Nacional de Angola (PNA) informou no fim de semana que cinco pessoas, todas da mesma família, morreram sexta-feira no Andulo quando a canoa que utilizavam naufragou ao atravessar o rio Cuanza.

De acordo com fontes da Polícia Nacional citadas pela Angop, o acidente ocorreu na sexta-feira, no município de Andulo, província do Bié, e envolveu um barco artesanal, com a qual a família tentava chegar à outra margem do rio.
“As vítimas são da vizinha província de Malanje e estavam a regressar das compras no Bié, quando a canoa afundou. Nesta altura, ainda estamos a tentar chegar às famílias das pessoas”, explicou uma fonte do comando da Polícia Nacional do Andulo.
De acordo com informação da polícia, o naufrágio vitimou uma mulher e os seus três filhos menores, bem como o tio destes, que manobrava a embarcação. As idades, bem como a identificação completa das vítimas, ainda não foram tornadas públicas.
As causas do acidente também não foram apuradas, mas a embarcação precária em que seguiam, juntamente com a força do rio naquela altura, terão contribuído para o acidente, conforme reportam as autoridades.

Acidente com comboio
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Um camião e um comboio de passageiros que fazia o trajecto Malanje/Luanda colidiram na quinta-feira no Quilómetro 41, sem causar vítimas.
O comboio levava 126 passageiros a bordo e a locomotiva ficou parcialmente destruída.
Em declarações à imprensa, o porta-voz dos Caminhos de Ferro de Luanda (CFL), Augusto Osório, disse que a falta de prudência do motorista do pesado provocou o acidente, que não causou vítimas.
O porta-voz explicou que o comboio de longo curso era proveniente da província de Malanje, tendo como destino a capital angolana, mas no quilómetro 411, numa passagem de nível, o camião embateu contra o comboio.
“Felizmente, deste embate não resultou nenhum dano humano, apesar de o comboio vir praticamente lotado, mas temos graves problemas na locomotiva, por causa do sistema pneumático que ficou danificado”, disse o porta-voz.
Augusto Osório referiu que uma equipa de técnicos do CFL dirigiu-se ao local do acidente para avaliar os danos e rebocar a locomotiva danificada para as oficinas em Luanda.

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