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Objectivo dos mosquiteiros é proteger e evitar a doença

O director municipal da saúde no Cuemba alertou para a necessidade das famílias usarem os mosquiteiros distribuídos para combater a malária e não como meio de brincadeira para as crianças ou outros fins menos abonatórios.

Autoridades sanitárias estão empenhadas em combater os casos de málaria na região
Fotografia: João Gomes |

Joaquim Gonga disse à Angop que muitas famílias, quando recebem os mosquiteiros, em vez de os usarem para se proteger da malária, entregam-nos às crianças que, por sua vez, os usam para brincar.
Descontente com esta atitude, disse que o Governo investe muito dinheiro para a aquisição e transporte de mosquiteiros, e formação de quadros, mas infelizmente algumas pessoas continuam a não valorizar o investimento.  Para reduzir os casos de malária no Cuemba, o sector da saúde, em parceria com Organização Não Governamental Serviço Internacional para a População (PSI), tem reforçado o trabalho de sensibilização junto da população para a melhoria do saneamento básico.
A título de exemplo, explicou que nas 4.184 consultas realizadas durante o primeiro semestre deste ano, no município do Cuemba, mais de 800 diagnosticaram malária.
A direcção municipal da saúde do Cuemba em parceria com a ONG Serviço Internacional para a População (PSI), distribuíram 66.300 mosquiteiros tratados com insecticida.
 Constam ainda da estratégia a realização de palestras às comunidades sobre o paludismo, desinfecção das águas paradas, pulverização de bananeiras e outros cultivos junto das habitações, de modo a combater a reprodução do mosquito vector da doença.

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