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Petrolífera BP-Angola aposta na educação

A petrolífera BP-Angola fez a entrega formal de uma escola primária e material diversos escolar no município do Cubal, província de Benguela, com vista a minimizar as dificuldades que a localidade enfrenta no sector do ensino.

Presidente da firma Martyn Morris elegeu a educação como uma das prioridades no quadro da sua política de responsabilidade social
Fotografia: Jornal de Angola

A petrolífera BP-Angola fez a entrega formal de uma escola primária e material diversos escolar no município do Cubal, província de Benguela, com vista a minimizar as dificuldades que a localidade enfrenta no sector do ensino.
O responsável administrativo, António Saraiva, disse durante a cerimónia que a municipalidade possui mais de 80 mil crianças enquadradas no ensino, mas refriu que  com o crescimento populacional, são precisos mais estabelecimentos escolares. Mais de dez mil crianças estão fora do sistema normal de ensino.
O director municipal da Educação, José Chipupa, disse que o problema da falta de salas naquela comunidade está praticamente resolvido, com o surgimento deste projecto da BP, que foi executado em quatro meses.

Futuros quadros

O presidente regional da BP-Angola, Martyn Morris, considerou que o projecto é um passo modesto, mas significativo, para melhorar o acesso ao ensino das crianças, futuros quadros responsáveis, e que são o pilar do desenvolvimento sustentável do país.
A petrolífera BP-Angola elegeu a educação como uma das prioridades, no quadro da sua política de responsabilidade social e corporativa, por achar que “só com uma educação sólida e abrangente, o país pode prosseguir a sua rota de desenvolvimento económico e social, que vem demonstrando nos últimos anos”, concluiu. A localidade de Cuquema e mais três aldeias próximas, do município do Cunhinga, província do Bié, dispõem também de novas infra-estruturas escolares, que melhoram o acesso à educação das suas 1.006 crianças, que antes tinham aulas num pequeno barracão. A inauguração de uma escola, com oito salas apetrechadas, área administrativa e casa de banho, está a dar outra dinâmica ao sector do ensino.
 A administradora do município do Cunhinga, Celeste Adolfo, disse que uma boa parte das turmas são especialmente reservadas aos estudantes da iniciação à 7ª classe. Um dos próximos passos é o fornecimento de energia eléctrica, para que a localidade possa ter aulas nocturnas e fixar professores na aldeia, disse a responsável.
Cunhinga, considerada terra do ananás, situa-se 30 quilómetros a norte do Cuito, tem duas comunas e uma população estimada em mais de 82 mil habitantes, que se dedica basicamente ao campo.

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