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Profissionais melhoram serviço

Professores e alunos da Escola de Formação de Técnicos de Enfermagem, ex-IMS Comandante Bula do Bié, foram ontem  aconselhados a contribuir na humanização dos serviços de saúde, para melhorar o atendimento dos enfermos nas unidades hospitalares.

Destacado o papel dos enfermeiros na melhoria do atendimento dos pacientes nos hospitais
Fotografia: Nicolau Vasco

O apelo foi expresso pelo sub-Procurador-Geral da República no Bié, Lucas Ramos dos Santos, aos estudantes da Escola de Formação de Técnicos de Enfermagem, no  encerramento da semana nacional da legalidade. O magistrado realça o cultivo do espírito de sacrifício, responsabilidade e abnegação, respeito pela deontologia profissional e dignidade do paciente.
O director em exercício da Escola de Formação de Técnicos de Enfermagem, no Bié, Lucas Madavela, louvou a iniciativa da PGR, salientando que o encontro despertou os alunos sobre assuntos relacionados com o direito e dever do cidadão, mormente os actos dos profissionais de saúde.
Para tal, garantiu que a instituição vai continuar a reforçar, dentro do seu currículo, temas relacionados com deontologia profissional, humanização nas unidades hospitalares, não só para dignificar a “profissão de enfermagem”, mas também para propiciar boa assistência médica e salvaguardar a vida humana.
A Escola de Formação de Técnicos de Enfermagem dispõe de 11 salas de aula, laboratórios de análise clínica e biblioteca. Neste ano lectivo estão matriculados mais de mil alunos, nos cursos de radiologia, farmácia, enfermagem geral e análise clínica. As aulas são asseguradas por 56 professores.
O Instituto Médio de Saúde Comandante Bula foi fundado a 28 de Setembro de 1978, sendo o primeiro no ramo da saúde em Angola, criado pelo primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, na então República Popular de Angola. O Bié tem uma população estimada em 1.338.923 habitantes. O sector da Saúde na província controla uma rede sanitária de 174 estabelecimentos hospitalares (hospitais, centros e postos de saúde), com 3.958 funcionários, entre médicos, enfermeiros e pessoal de apoio.
As doenças frequentes nas unidades sanitárias da região são a malária, doenças respiratórias agudas, doenças diarreicas agudas, gripe, parasitose intestinal, conjuntivite, gastrite, dermatoses e febre tifóide.

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