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Província regista quebras na oferta de gás de cozinha

Delfina Vitorino | Cuito

A falta de gás de cozinha numa altura em que se aproxima a quadra festiva tem sido constante nas agências revendedoras da província do Bié, onde as enchentes são visíveis durante 24 horas do dia.

Sonangol prevê expandir os seus serviços
Fotografia: Jornal de Angola

A falta de gás de cozinha numa altura em que se aproxima a quadra festiva tem sido constante nas agências revendedoras da província do Bié, onde as enchentes são visíveis durante 24 horas do dia.
O Jornal de Angola constatou que na província existem nove agências revendedoras, sendo quatro na cidade do Cuito e as restantes nos municípios do Chinguar, Andulo, Chitembo, Catabola e Camacupa com uma cada. Apesar da escassez do produto, os preços mantêm-se inalteráveis, devido a uma fiscalização permanente. 
O delegado da Sonangol na província, Manuel Nunes, referiu que a Sonangol anualmente distribui a cada agência uma média de 1.600 garrafas de gás de cozinha, mas disse que é importante que neste período do ano, onde se nota mais procura, sejam reforçados os stocks, para permitir com que os consumidores se sintam à vontade.
“´É um assunto que está a ser estudo e a seu tempo a situação vai melhorar, aliás, este é o nosso desejo, que passa pela prestação de melhor esserviços à população”, disse o responsável.
Em relação aos derivados do petróleo há quantidade suficiente para atender os clientes em toda a província do Bié.
A comercialização e distribuição das garrafas de gás são efectuadas em sete municípios, dos nove existentes na província, excepto as de Nharêa e Cuemba pelo facto das estradas estarem em mau estado.
O responsável da Sonangol garantiu que neste últimos anos, a Sonangol melhorou a sua distribuição porque as estradas permitem a circulação dos camiões sem qualquer problema.
Para a satisfizer os consumidores, a Sonangol prevê expandir os seus serviços, com a abertura de mais agências de revenda.
“É importante ter em conta o crescimento populacional e a concorrência entre determinados serviços, por isso, a Sonangol acompanha o desenvolvimento da província”, afirmou Manuel Nunes.

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