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Realçado papel da mulher na vida activa da sociedade

O governador em exercício do Bié realçou no sábado, na cooperativa agrícola de Sangungo, na comuna do Cunje, o papel do Governo Provincial na inclusão da mulher nos variados domínios da vida social, política e económica.

José Tchatuvela , que falava no acto de abertura da jornada alusiva ao 15 de Outubro, consagrado à Mulher Rural, sublinhou que a inclusão da mulher na vida activa da sociedade está paulatinamente a chegar às zonas rurais e que entre as pessoas que vivem mo limiar da pobreza, a maioria é do sexo feminino.
Os programas e projectos do Governo em prol do engrandecimento da mulher rural devem-se, de acordo com o governador em exercício, ao desempenho inquestionável do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, que tem sabido orientar o Executivo no cumprimento das tarefas em benefício dos angolanos.
O Governo Provincial do Bié criou programas e projectos direccionados para o Combate à Pobreza nas comunidades, designadamente a construção de mais escolas, hospitais, melhoria das estradas e outros, que estão a impulsionar o bem-estar das famílias. A cooperativa de Sangungo possui 32 hectares e tem 223 membros.  O Dia da Mulher Rural foi instituído a 15 de Outubro de 1995 pelas Nações Unidas, na sua IV Conferência Sobre a Mulher, realizada em Pequim, com o objectivo de elevar a consciência mundial para o papel da mulher rural no fortalecimento da sociedade, da economia e das famílias.

Superlotação da morgue

A superlotação, devido à avaria de uma das gavetas do Hospital Central do Bié, há um mês, está a complicar a conservação de cadáveres. A informação foi avançada à Angop pelo funcionário daquela casa mortuária, Figueiredo Chissapa, que afirmou a sua preocupação com a actual realidade que se vive, sobretudo por parte de familiares que pretendem conservar por mais tempo os seus entes queridos na morgue.
Além da gaveta avariada, outras 18 em funcionamento estão sempre cheias, situação que obriga alguns cadáveres a serem pousados no chão, sobretudo de famílias desinteressadas e desconhecidas.
Figueiredo Chissapa mostrou-se bastante indignado com algumas famílias que abandonam os parentes na casa mortuária do hospital, à espera que os serviços os sepultem. 

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