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Religioso realça esforços das entidades provinciais

Delfina Victorino | Kuito

A construção e reabilitação de várias infra-estruturas no interior da província do Bié, incluindo edifícios administrativos e missões evangélicas, constituem sinais de desenvolvimento, disse ontem ao Jornal de Angola o secretário da Igreja Evangélica Congregacional em Angola (IECA).

Governo apostado em projectos sociais
Fotografia: Filipe Botelho

A construção e reabilitação de várias infra-estruturas no interior da província do Bié, incluindo edifícios administrativos e missões evangélicas, constituem sinais de desenvolvimento, disse ontem ao Jornal de Angola o secretário da Igreja Evangélica Congregacional em Angola (IECA).
O reverendo António Lucamba Eurico lembrou que, no processo de reconstrução e reabilitação de diversas infra-estruturas, é visível a intervenção da juventude, sendo por isso importante que se preste mais atenção aos esforços e capacidade desta camada da sociedade.
A maior percentagem da mão-de-obra empregue nas obras já concluída e em curso é constituída por jovens, referiu o religioso.
António Eurico frisou ainda as melhorias que se registam nas condições de vida da população, com a construção de escolas condignas, hospitais com maior capacidade de internamento e casas socais e o alargamento da rede de distribuição de água potável.
O secretário da IECA defendeu a participação activa dos empresários no processo de reconstrução nacional, porque, na sua perspectiva, os esforços do Executivo devem ser acompanhados e apoiados pela sociedade civil, para que o país possa crescer de forma rápida.
“Estamos satisfeitos com o surgimento de mais escolas do ensino primário, secundário, médio e superior. Com este esforço do governo da província, será possível, num curto espaço de tempo, diminuir o número de crianças em idade escolar fora do sistema normal do ensino”, admitiu.
A criação do Instituto Superior de Educação e de Enfermagem na cidade do Cuito, com várias especialidades, veio diminuir o défice no sector da Educação, disse António Eurico, que recordou que, no passado, para obterem o grau de licenciatura, os jovens tinham de ir para outras províncias.

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