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Ruas secundárias do Cuito em reabilitação e ampliação

Mário de Caervalho | Cuito

A estrada que liga o centro da cidade do Cuito, no Bié, à Escola Superior Pedagógica da região vai ser alvo de obras de reabilitação este ano, afirmou o director provincial das Obras Públicas.

Vista parcial da capital da província do Bié
Fotografia: Jornal de Angola |

A estrada que liga o centro da cidade do Cuito, no Bié, à Escola Superior Pedagógica da região vai ser alvo de obras de reabilitação este ano, afirmou o director provincial das Obras Públicas.
Fernando Chatuvela garantiu existir disponibilidade financeira, inscrita no orçamento da província do Bié, para a reabilitação de 15 quilómetros de estrada no município do Cuito.
No ano passado, a direcção provincial das Obras Públicas reabilitou alguns quilómetros e com a verba agora disponível podem ainda ser realizados trabalhos na rua Cidade de Luanda, que separa o bairro da Câmara do Cuito. 
Instado a pronunciar-se sobre a data do início dos trabalhos, referiu serem obras que, para serem executadas, precisam da abertura de fundo de caixa, ou seja, movimento de solos, e o período actual não é propício para isso.
O director das Obras Públicas assinalou que surgiram algumas dificuldades na reabilitação do troço rodoviário entre o Cuito e Camacupa, por existir um levantamento parcial de 79,8 quilómetros. O referido troço foi reformulado no ano passado, sob o olhar atento do Ministério de tutela, para que se faça uma intervenção global do Cuito à capital do Moxico. “A obra vai conhecer nos próximos tempos outra dinâmica, com a intervenção total no troço, a partir do Cuito até ao Luena. No ano passado, tivemos a informação, por parte do Ministério, que foi lançado o concurso público e feito o levantamento, entre Camacupa e o Luena, capital do Moxico”, referiu.
Quanto à estrada do Cuito em direcção ao Norte, Fernando Chatuvela disse estar inaugurado o troço que vai do Rio Mbuim ao Andulo e comuna de Calussinga.
Existem dificuldades nos 94 quilómetros entre o Cuito e o rio, devido à paralisação dos trabalhos por parte da empreiteira Paviterra, em greve desde finais do ano passado. Este é um assunto tratado a nível do Executivo e, no seu devido tempo, como esclareceu Fernando Chatuvela, vai ser conhecida a data para o arranque e conclusão da obra.

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