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Unidade de Calussinga com baixa mortalidade

José Chaves | Calussinga

A taxa de mortalidade infantil a nível do centro de saúde da comuna de Calussinga, no município do Andulo registou, entre os meses de Janeiro e Outubro, uma baixa considerável, revelou o director da unidade clínica.

Pedro Swendo disse que a tomada de consciência das famílias quanto à necessidade de as crianças serem levadas mais cedo aos centros e hospitais, a adesão às campanhas de vacinação contra doenças e a melhoria das condições de atendimento clínico, são responsáveis por este feito.
O responsável do centro disse que, no período em análise, foram realizadas 4.804 consultas pré-natais, o que representa um aumento da consciência sanitária por parte das mulheres da comuna de Calussinga.
No global, o centro de saúde efectuou 24.373 consultas, um aumento de mais 140 em relação a igual período do ano anterior.
Pedro Swendo referiu que o aumento das consultas externas e internas deve-se, além das melhorias das condições do centro, ao empenho dos técnicos de saúde, que correspondeu aos anseios dos pacientes, alguns dos quais idos de aldeias vizinhasdos municípios do Mungo, Quibala e Mussende.
Durante o mesmo período, foram registados 3.902 casos de malária, que resultaram em sete mortos, 1.969 de doenças respiratórias agudas e 693 de diarreicas agudas. Foram ainda notificados 820 casos de parasitoses intestinais e 694 de infecções urinárias.
O centro de Calussinga, com 30 camas, dispõe de um corpo clínico constituído por dois médicos e 26 enfermeiros, dos quais 24 são técnicos básicos de enfermagem. Diariamente são atendidos 50 pacientes.

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