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Anunciados novos cursos

Joaquim Suami | Cabinda

O Instituto de Formação de Professores de Cabinda começa a leccionar, a partir deste ano lectivo, o curso de Língua Portuguesa, anunciou ontem a subdirectora pedagógica da instituição académica.

Instituto de Formação de Professores começa este ano lectivo o curso de língua portuguesa
Fotografia: António Soares| Cabinda

Eunice António salientou que a criação do curso visa quebrar o défice que existe na província de professores especializados em português, principalmente nas escolas do primeiro e segundo ciclos de ensino.
Numa primeira fase, o curso vai dispor apenas de uma turma, composta por 45 alunos. A escola  conta  com a parceria do Instituto Superior de Ciências de Educação (ISCED), que disponibiliza professores de português.
A subdirectora pedagógica do Instituto de Formação de Professores de Cabinda referiu que, no ano lectivo transacto, mais de 200 alunos concluíram   a formação nos cursos de Geografia, História, Matemática, Física, Biologia, Química e Instrução Primária.
Para este ano, avançou que a instituição vai lançar os primeiros professores para o mercado de trabalho. Os alunos vão terminar a 13.ª classe nos cursos de Pré-escolar e de Educação Física.
Eunice António sublinhou que, apesar da reprovação de 294 alunos da 10.ª, 11.ª, 12.ª e 13.ª classes dos cursos de Matemática, Física, Geografia, História, Biologia, Química, Instrução Primaria, Pré-escolar e Educação Física, o instituto possui docentes qualificados e com grandes competências na transmissão de conhecimentos.
Em função das reprovações,  Eunice António adiantou que esforços vão ser redobrados para o número de alunos com tendências a repetir o ano seja reduzido.
Como em todos os anos, antes do início das aulas, os professores vão ser submetidos a uma sessão de avaliação e à seminários pedagógicos e de planificação, referiu Eunice António. A subdirectora pedagógica do Instituto de Formação de Professores de Cabinda disse que, para este ano lectivo, o Instituto de Formação de Professores de Cabinda tem disponíveis 160 vagas.
“Em cada ano, o número de candidatos tem aumentado, uma vez que a maior parte dos jovens locais quer estudar pedagogia, mas a escassez de salas de aulas, num total de 14, impede que o instituto limite as vagas”, explicou a   subdirectora pedagógica, que acrescentou que a instituição não enfrenta problemas de carência de docentes para o ensino das disciplinas nucleares dos cursos de Matemática, Física, Geografia, História, Biologia, Química e Instrução Primária.

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