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Cabinda melhora gestão de terrenos urbanizados

Leonor Mabiala | Cabinda

A gestão de todos os terrenos infra-estruturados para comercialização à população interessada a construir moradias e/ou qualquer imóvel em Cabinda passa agora a ser da responsabilidade da Empresa de Gestão de Terrenos Infra-estruturados do Estado (EGTI).

Fotografia: JAImagens | Edições Novembro

A informação foi tornada pública na sexta-feira, na cidade de Cabinda, pelo presidente do Conselho de Administração da EGTI, Rodrigo dos Santos, no final de uma audiência com a governadora da província de Cabinda, Aldina da Lomba, depois da apresentação do objecto social da empresa e do seu projecto de gestão de terrenos, em todo o território nacional.
Rodrigo dos Santos afirmou que o principal objectivo da empresa é fazer a gestão de todos os espaços (terrenos), que forem entregues pelo Estado para fins habitacionais, devidamente urbanizados, com a implantação de todas as infra-estruturas técnicas.
O secretário provincial do Ordenamento de Território, Urbanismo e Ambiente, Paulo Luvambano, considerou o projecto de gestão de terrenos, que passa a ser agora da responsabilidade da EGTI, de extrema importância, já que vai permitir uma melhor urbanização das futuras zonas habitacionais, pressuposto que considera fundamental para um desenvolvimento urbanístico sustentável, quer do município sede de Cabinda, quer da província de um modo em geral. />
Projectos em curso


Segundo Paulo Luvambano, com o surgimento da EGTI, os projectos enquadrados no Plano de Desenvolvimento da província de Cabinda (PDC), conhecerão rapidamente a sua implementação, visando o bem estar dos seus habitantes.
Entre os projectos em curso na cidade de Cabinda, o secretário provincial do Ordenamento de Território, Urbanismo e Ambiente destacou as infra-estruturas integradas da cidade de Cabinda, a construção da nova sede política e administrativa da província, o comando da Polícia Nacional e das vias de acesso.
“A EGTI, de acordo com o seu estatuto, está creditada em promover loteamentos, infra-estruturação, construção e venda de terrenos”, disse Paulo Luvambano, acrescentando que, no quadro das suas acções, vai ajudar o governo da província a desenvolver a região. Refira-se que a gestão de terrenos urbanizados em Cabinda era feita pela “PROFIURB”, uma empresa privada que procedia à venda de terrenos com preços exorbitantes, situação muito reclamada pela população.

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