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Caça furtiva e abate de árvores ameaçam espécies em extinção

Joaquim Suami | Buco Zau

O Parque Nacional do Maiombe é invadido constantemente por caçadores furtivos de Angola, Gabão, RDC e da República do Congo, que têm na mira o abate de espécies em vias de extinção, denunciou ontem, ao Jornal de Angola, o seu administrador, José Maria Bizi.

Parque Nacional do Maiombe
Fotografia: Jaimagens

Segundo o administrador do Parque Nacional do Maiombe, entre as espécies na mira dos caçadores furtivos destaque para os elefantes, para o tráfico de peças de marfim, papagaios cinzentos-verde, gorilas, chimpanzés e crocodilos, além de outras espécies protegidas por lei.
José Maria Bizi disse à nossa reportagem que, para se evitar a extinção das principais espécies existentes na floresta do Maiombe, as autoridades provinciais  estão a trabalhar num projecto com o apoio da FAO, PNUD, Ministério do Ambiente e outras organizações não-governamentais para pôr fim às práticas ilícitas que causam impactos negativos ao ecossistema ambiental.
“Temos muitas espécies no Parque Nacional do Maiombe, como elefantes, gorilas, chimpanzés, papagaios cinzentos-verde e crocodilos, que são protegidas por lei, que estipula normas para a protecção da flora e da fauna”.
O Parque do Maiombe tem uma extensão de 195 hectares e estende-se do espaço compreendido entre a comuna do Nhunca, município do Buco Zau, à do Miconge  (município do Belize).

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