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Chevron oferece medicamentos e equipamentos de diagnóstico

André Guto|Cabinda


A Chevron e parceiros do bloco zero, no âmbito das suas responsabilidades sociais para com as comunidades onde exercem a actividade petrolífera, doaram terça-feira, na cidade de Cabinda, meios de diagnóstico e medicamentos para o tratamento da tuberculose e malária.

Apoio às unidades sanitárias da periferia visa descongestionar o hospital central que atende diariamente centenas de doentes
Fotografia: Jornal de Angola

A Chevron e parceiros do bloco zero, no âmbito das suas responsabilidades sociais para com as comunidades onde exercem a actividade petrolífera, doaram terça-feira, na cidade de Cabinda, meios de diagnóstico e medicamentos para o tratamento da tuberculose e malária.
O donativo foi entregue ao centro de saúde do bairro Lombolombo, arredores da cidade de Cabinda, onde a companhia procedeu igualmente à oferta de 700 mosquiteiros, para prevenção da malária. O coordenador da área da saúde da Chevron, Paulino Macosso, referiu que a entrega dos referidos meios resulta da iniciativa da companhia, que visa ajudar a reduzir a taxa de mortalidade, por malária, no seio das populações da província.
Para o responsável, a malária continua a ser a principal causa de mortalidade em Cabinda e no país e daí a preocupação da sua empresa para estancar o flagelo.
Paulino Macosso revelou que a Chevron ajuda igualmente com medicamentos e meios de diagnóstico, há mais de dez anos, o departamento provincial de Luta Contra a Tuberculose. A cantora Yola Semedo, embaixadora da Chevron para as causas sociais, apelou à população no sentido de acatar os conselhos das autoridades sanitárias, sobretudo no que se refere ao uso de mosquiteiros impregnados, para prevenir a malária.
O chefe de departamento provincial de Saúde Pública e Controlo de Endemias, António Tati, afirmou que só com iniciativas do género se pode combater a malária e reduzir os casos de mortalidade.
Fazendo uma comparação com os dois primeiros trimestres do ano passado, António Tati salientou que em 2011 se registaram poucas ocorrências de mortalidade provocada pela malária.

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