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Defendida educação ambiental

A ambientalista Cristina Laura Quintas defendeu a necessidade de educação ambiental da população para uma protecção mais abrangente e eficaz do Ambiente.

Cristina Quintas salientou à Angop  que a partir do momento em que a população passa a conhecer as reais vantagens dos espaços verdes, protege e reduz o abate indiscriminado de árvores.
“Os espaços verdes não têm só a função estética, têm também as funções de protecção do solo contra erosões, ajudam na manutenção do clima e no ciclo da água “, sublinhou.
E disse ser urgente a criação de polígonos florestais, uma vez que a globalização exige um maior consumo e a natureza sofre com essa exploração exagerada.
“Muitas pessoas pensam que ser ambientalista é não explorar o Ambiente, a natureza  tem capacidade de se regenerar, a velocidade com que se está a explorar os recursos é que não está a dar tempo que ela recupere”, frisou .
No tocante à exploração madeireira que decorre na Floresta do Maiombe, Cristina Quintas defendeu a necessidade de um maior controlo, uma vez que é considerada a segunda maior do mundo, representando um papel muito importante na produção de oxigénio.
“Quando se fala do mundo significa que a floresta do Maiombe fornece até oxigénio para outros lugares, então esse abate desregrado é um perigo muito grande uma vez que nós em Cabinda já começámos a percebe”, disse a ambientalista.

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