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Degradação do mangal de Cacongo pode estar na base da falta de água

O estado de degradação de um mangal da vila de Lândana pode estar na base da falta de águas correntes do rio Chiloango, disse, à Angop, o chefe de departamento do Ambiente do governo provincial.

O estado de degradação de um mangal da vila de Lândana pode estar na base da falta de águas correntes do rio Chiloango, disse, à Angop, o chefe de departamento do Ambiente do governo provincial.
Manuel Barata, especialista em questões ambientais, disse terem sido realizados vários estudos para determinar as causas que estão na base deste fenómeno que inquieta a população da província e as autoridades ligadas à defesa do ambiente.
O especialista anunciou que “têm sido realizados vários estudos, incluindo análises das águas estagnadas do mangal da lagoa de Sanga, em Lândana, que se localiza junto da foz do rio Chiloango”, mas que continuam sem serem conhecidas as causas que estão por detrás do fenómeno que, referiu, já degradou grande parte da floresta.
 Manuel Barata, que é também engenheiro agrónomo, admitiu o facto de o fenómeno estar ligado a eventuais efeitos acumulativos de arrastamentos de resíduos de derrames que ocorreram a longos anos e que hoje podem contribuir para a degradação do estado do mangal, espécie de floresta aquática e ímpar localizada na zona setentrional e central de África.
O especialista sublinhou que também há a hipótese de as obras realizadas no troço que vai da sede da vila de Lândana à aldeia de Ntando-Pala contribuírem para o problema.
 Manuel Barata disse que o departamento de Ambiente do governo provincial de Cabinda, a Chevron e o Ministério da tutela continuam a envidar esforços para encontrar uma solução rápida que acabe com degradação do mangal e o revitalize.

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