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Edifício da cooperativa corre o risco de desabar

André Guto | Cabinda

A União Nacional dos Camponeses Angolanos (UNACA), em Cabinda, debate-se com falta de instalações condignas para funcionar, em função do actual edifício em que trabalha apresentar-se bastante degradado, lamentou sexta-feira a sua vice-presidente.

Agricultores com novas técnicas de cultivo
Fotografia: Dombele Bernardo |

Germana Ninga Vuezolo afirmou que o edifício onde funciona a instituição existe desde o período colonial e apresenta actualmente muitas fissuras, o que permite a infiltração de águas quando chove.
Em função do mau estado da infra-estrutura de um andar, a responsável solicitou ao Governo Provincial de Cabinda para que ajude na reabilitação do edifício, antes que o mesmo desabe e cause outros prejuízos.
A falta de recursos financeiros e de meios de transporte são igualmente outras dificuldades que Germana Vuezolo apontou como factores que criam barreiras para que a instituição trabalhe com alguma eficácia.
A UNACA, disse Germana Vuezolo, realiza campanhas de sensibilização e mobilização a nível dos associados para preparar a realização das assembleias de balanço e de renovação de mandatos em toda a província. A responsável salientou também que a instituição tem estado a realizar seminários no seio dos associados, com o objectivo de esclarecer sobre as normas científicas de se desenvolver a a­gricultura, visando o aumento da produção na região .
A mandioca, banana, batata, inhame, feijão macunde são os produtos mais cultivados pelos agricultores da província, referiu Germana Vuezolo.
A União Nacional dos Camponeses Angolanos a nível da província de Cabinda controla um universo de 7.336 associados, distribuídos em 115 associações de camponeses e 61 cooperativas.

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